Você realmente conhece a história da Loira do banheiro?

 

Foto: Reprodução
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Esta história é muito contada em escolas da rede pública no Estado de São Paulo. Sua fama é muito grande entre os alunos, especialmente àqueles do ensino fundamental, que nunca vão sozinhos aos sanitários.

Uma garota muito bonita, de cabelos loiros, com aproximadamente 15 anos, sempre planejava maneiras de matar aula. Uma delas era ficar ao banheiro da escola esperando o tempo passar.

Porém um dia, um acidente terrível aconteceu. A loira escorregou no piso molhado do banheiro e bateu sua cabeça no chão. Ficou em coma e pouco tempo depois veio a morrer.

Mesmo sem a permissão dos pais, os médicos fizeram autópsia na menina para saber a causa de sua morte.

A menina não se conformou com seu fim trágico e prematuro.  Sua alma não quis descansar em paz e passou a assombrar os banheiros das escolas. Muitos alunos juram ter visto a famosa loira do banheiro, pálida e com algodão no nariz para evitar que o sangue escorra. 

Tudo isso seria verdade?

Onde surgiu a verdadeira história?

Maria Augusta, a "Loira do Banheiro"
Maria Augusta, a “Loira do Banheiro”

A história teria surgido na pacata cidade de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, onde Maria Augusta, filha de visconde Franciscus D’A Oliveira Borges e da viscondessa Amélia Augusta Cazal, com apenas 14 anos de idade, casou-se com um conselheiro do Império, 21 anos mais velho.

As divergências na união eram muitas, fazendo com que a loira fugisse para a Europa, até 22 de abril de 1891, quando morreu devido a uma pneumonia.

Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves em Guaratinguetá / Foto: Reprodução
Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves em Guaratinguetá / Foto: Reprodução

Para o enterro, sua mãe decidiu construir uma capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá, porém antes, a deixou para visitação pública em um dos quartos da mansão da família enquanto a obra não ficava pronta. Mais tarde, tal casa foi transformada em um colégio estadual, o Conselheiro Rodrigues Alves, do qual alguns alunos alegam tê-la visto vagando pelos banheiros.

 branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.

Um grupo de espíritas kardecistas estudando o caso, afirmou que Maria Augusta não teve consciência da própria morte e vaga pela casa onde sempre viveu em busca dos parentes até os dias de hoje, onde é uma escola.

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