Saiba o que fazer para evitar crises respiratórias

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As doenças respiratórias não têm estação e nem idade certa, mas existem alguns períodos do ano em que as crianças têm mais tendências a piorar, seja por motivo do ambiente ou da temperatura.
As patologias estão relacionadas no trato respiratório superior, traqueia, cavidade pleural, tubos bronquiais e músculos da respiração.

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Quais são as principais doenças respiratórias em bebês e crianças?

Andréa Aguiar Lombardi, pediatra com especialização em neonatologia, classifica as três doenças respiratórias mais comuns: bronquite, asma e rinossinusite.
Os sintomas a serem observados nessas patologias são os olhos lacrimejando, cefaleia (que é a dor de cabeça), olheiras, coriza, palidez facial, espirros, falta de ar, tosse com secreção, falta de apetite e até febre.
“Há várias maneiras de amenizar as crises respiratórias com algumas condutas simples e rápidas em casa”, afirma Dra. Andréa. A pediatra dá dicas e orienta passos básicos para manter uma saúde melhor para nossas crianças e bebês.

É IMPORTANTE MANTER UMA ROTINA DE CUIDADOS

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Reprodução
⦁ Procure manter os ambientes arejados com uma bacia de água ou umidificadores de ambiente;
⦁ Fique atento à hidratação, por isso, beba bastante líquido
⦁ Lavar com soro fisiológico as narinas, principalmente em tempos secos;
⦁ Evite carpetes e cortinas;
⦁ Diminuir a exposição à poluição atmosférica, principalmente nos horários de muito tráfego de veículos;
⦁ Limpe os móveis com um pano úmido;
⦁ Evite vassouras e opte por um aspirador;
⦁ Evite frequentar lugares fechados com fumaças de cigarros ou produtos químicos;
⦁ Mantenha a carteirinha de vacinação em dia.

TRATAMENTOS

Os tratamentos variam conforme as patologias, mas geralmente usam- se corticoides, histamínicos, bronco dilatadores, hidratação venosa, inalação. Às vezes, há casos de uso de oxigenoterapia. É importante o acompanhamento de um especialista e seguir rigorosamente a prescrição médica.

Mas o que fazer quando mesmo seguindo todas s precauções a criança tem uma crise respiratória?
“Não se desespere, leve a criança ao pronto- socorro mais próximo ou a uma UBS (Unidade Básica de Saúde) do bairro”, orienta pediatra.
Fonte: Dra. Andréa Aguiar Lombardi, pediatra com especialização em neonatologia.

 

Voltamos no mês que vem com “Viva + Saúde”, no BDI.

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