Rio2016: Inteligência e velocidade são as bases do boxe olímpico

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(Foto:Reprodução)

Quer mais emoção do que assistir a uma luta mano-a-mano? Olho na tela, luvas postas e bora conhecer a história do boxe olímpico!

Não basta apenas dar socos contra o adversário, boxe não é brincadeira, é um esporte sério, e para tanto, deve-se ter habilidade, inteligência para saber levar a luta, resistência para suportar a pressão no ringue, velocidade e muita força para golpear o oponente.

O boxe existe desde os primórdios dos tempos; claro que hoje em dia muito mais saudável. Mas vamos deixar este episódio de lado, vamos falar das lendas do esporte: Cuba e EUA são os destaques da categoria, porém, os americanos vêm deixando a desejar nos últimos tempos.

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(Foto:Reprodução)

Em Munique 1972, o cubano Teófilo Stevenson quebrou a hegemonia americana na categoria peso pesado ao ficar com ouro, depois venceu mais duas vezes consecutivas em olimpíadas.  Apesar de na ultima edição não levar nenhuma medalha para casa, os EUA continuam com o maior número de medalhas em Olimpíadas.

Curiosidade: Muhammad Ali, conhecido à época como Cassius Clay, quase não foi aos Jogos Roma 1960 – onde conquistou o ouro Olímpico – por medo de avião. Para vocês terem ideia, mesmo com todo a marra de e brutalidade dentro do ringue, o cara tinha medo de avião, e claro, superou e ainda levou a Medalha de Ouro para casa.

A categoria feminina só teve vez nas olimpíadas na edição de Londres 2012. Na estreia do boxe feminino, a britânica Nicola Adams foi quem levou a primeira Medalha de Ouro olímpica da história tornando-se um ídolo mundial.

Amanda Souza, colunista de esportes olímpicos.

Coluna Medalha de Ouro, toda segunda, às 13h, no BDI

Fale com Amanda: amandasouza@bastidoresdainformacao.com.br

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