Opinião: Bolsonaro deve evitar a imprensa “seletiva”

Foto: Adriano Machado / Reuters

Sabemos que há uma turma que distorce tudo que é dito a fim de gerar polêmica às custas de palavras pegas fora de contexto e simplesmente jogadas dentro de um texto com uma manchete sensacionalista, gerando enorme repercussão negativa ao objeto da matéria.

Bolsonaro sofreu muito com isso há uma década, com o velho CQC, da Rede Bandeirantes, que o entrevistou e colocou no ar apenas as frases fortes do então deputado, desconexas com o restante do conteúdo. Foi um escândalo. Depois, no vídeo completou, viu-se a armação. Depois desse fato, Jair esteve sempre atento e quando concede uma entrevista, grava tudo que é dito para não haver problemas.

Tendo em vista a nossa mídia atual, com veículos e jornalistas militantes, prontos para o mau combate, é bom que Bolsonaro tome muito cuidado. A imprensa deve ser livre e, em um mundo ideal, o presidente deveria tratar todos com igualdade. E fica a pergunta: o que fazer com os profissionais sem caráter? 

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