Nós vimos A Forca; veja o que achamos do filme

Hoje, eu (Guilherme Alves) estou cedendo o espaço da coluna para um amigo muito corajoso, que resolveu assistir o filme A Forca numa linda tarde ensolarada, claro que estou falando do Lucas Canosa, que fez a crítica do filme para nós no dia de hoje.

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Os enforcados são os personagens, mas a vontade é nossa

Assim podemos definir a sensação de passar 87 minutos sentado em uma poltrona assistindo A Forca.

Há 20 anos, aconteceu uma tragédia durante a encenação da peça com mesmo nome do filme no teatro da escola, e os alunos atuais resolvem “comemorar” o aniversário do ocorrido com um novo espetáculo, e então, descobrem que foi um erro. O espírito permanece no local e aí acontece o que nunca vimos no cinema: ele quer se vingar. Que coisa, não!? Clichê, aliás, é a cara da produção, que abusa de cenas rotineiras em filmes de terror, como o fantasma aparecer exatamente no local e minuto que esperamos. Além da escola, que mais parece um parque, de tão grande e tão cheia de passagens secretas, o que também não é novidade, não é, amigos?

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O longa é uma produção independente, depois comprada pela Warner. É de baixo custo, tendo a maioria do valor financiado pelo próprio elenco, um grupo de amigos. Isso não os isenta de serem ruins. Todos tentam copiar A Bruxa de Blair ou Atividade Paranormal, que são revolucionários e usam o mesmo gênero. Mas, que tal começar colocando um espírito que tenha pelo menos o mínimo de semelhança com o morto, e não alguém encapuzado, mais parecido com o Pânico, ou, se preferirem, Todo Mundo em Pânico, já que é uma situação cômica. Por fim, não assustou, dormi muito bem no dia, o que torna o filme de “terror”, obviamente, muito ruim.

“Cinemix”, toda Quinta, às 20:00 – No BDI

Mande seu e-mail para Guilherme Alves : guilhermealves@bastidoresdainformacao.com.br