“No momento, ninguém corre risco”, diz médico da Seleção sobre corte por lesão

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(Foto: Dorivan Marinho / Agência Estado)

A temporada amena da maioria dos jogadores da seleção brasileira, sem um número excessivo de jogos, gerou bons frutos nesse início de preparação para a Copa do Mudo. Na primeira semana de trabalho na Granja Comary, em Teresópolis, nenhum atleta apresenta problemas clínicos, e todos os 23 convocados treinaram normalmente na manhã desta quarta, primeira vez que o time foi a campo.

O risco de cortes, por enquanto, é nulo. Pelo menos é o que garante o departamento médico e físico da seleção brasileira. Clinicamente, todos os 23 convocados estão bem e em condições de treinos.

Chefe do departamento médico da seleção brasileira, José Luiz Runco fez questão de esfriar qualquer tipo de especulação sobre lesões e possíveis cortes.

– Soube que cortaram o Maicon, o Oscar e o Jô. Todos estão presentes e vão participar normalmente dos treinos. E ninguém se encontra em via de cortes. No momento, nenhum atleta corre risco. Todos estão bem e em condições – disse o médico da Seleção, José Luiz Runco.

Atleta mais velho do grupo e com o histórico de problemas na Copa de 2010, Julio César não preocupa. Indagado sobre a situação do goleiro, que usou no último Mundial um colar na cintura por conta de uma lesão lombar, Runco revelou que ele não está curado, mas se disse tranquilo coma situação, uma vez que, segundo o médico, quase todos os goleiros profissionais possuem esse tipo de problema e isso não atrapalha o desempenho deles em campo.

– Ele não curou. O problema dele na coluna, 99% dos goleiros de futebol têm esse. Ele jogou apenas uma partida com aquele colete. Jogamos uma partida contra a Tanzânia e o colchão arrebentou com ele. Aquilo é uma cinta lombar, aquilo não é proibido pela Fifa. Se eu fizer uma ressonância magnética, o problema pode aparecer nele. Tratamos doentes quando temos patologia. Ele cuida, ele faz um tratamento. Ele tem esse problema há uns 11 anos e que nunca o fez deixar de ser o goleiro que sempre foi. Se tiver necessidade, ele poderá usar a cinta lombar de novo – afirmou Runco

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