Na volta da Libertadores, renasce um gigante!

Foto: globoesporte.com
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River Plate e o surpreendente Guaraní fizeram a “abertura” da Copa Libertadores, após a paralisação para a Copa América. Um River que não fez uma grande primeira fase, aliás, péssima primeira fase em relação a expectativa criada depois do vice campeonato argentino do ano passado. Mas a Copa Libertadores da América mostra cada vez mais que é um torneio diferente e peculiar. Que nem sempre o time com maior qualidade técnica é quem faz a melhor campanha. E quantas vezes, nesta edição, o River decepcionou sua “hinchada” jogando como local? Parece que cresceram no momento certo, pois até com a saída de Téo Gutierrez, que foi para o Sporting e também foi considerado o melhor jogador sulamericano do ano anterior, a desconfiança parecia crescer sobre o time de Nuñez (mesmo com a chegada dos experientes Javier Saviola, Pablo Aimar e Lucho González). Mas, como manda o script da Libertadores, o River se fez gigante, no mais oportuno e correto momento, a torcida, mesmo vendo o time jogar “capengando”, ou com o “freio de mão puxado”, como se diz na linguagem futebolística, não deixou de comparecer a “cancha” e empurrou o time.

 Claro que, como citei acima, não se pode vacilar numa Copa Libertadores, ainda há o jogo da volta em Assunção, mas o passo dado pelos argentinos ontem foi enorme. A dica que fica é: cuidado, argentinos, chegar na final pode causar vice-campeonato, e nisso eles estão virando especialistas!

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