“Moro deu tiro na testa”, diz Antônia Fontenelle

Foto: Divulgação

Apoiadora de Bolsonaro, Antonia Fontenelle acredita e torce muito pelo presidente, mas que está longe de ser um “gado”.

“Ser gado de alguém é coisa de gente fraca e acéfala, [então] não preciso dizer que esse não é o meu caso? Já discordei dele várias vezes, democracia é isso. Eu o defendo porque ainda não me apontaram uma alternativa melhor, e acho que vai demorar a ter. O presidente é um cara que se preocupa com o povo, e não tem histórico de roubalheira. Resumindo, é o melhor que nós temos. Mas meu ativismo não é pró-Bolsonaro, é pró-Brasil. Assim como eu respeito quem pensa o contrário, peço respeito pela minha posição. Na verdade eu nunca me interessei por política até eu ter meu segundo filho e esse interesse foi reforçado com o nascimento da minha neta”, disse a atriz à coluna do jornalista Léo Dias.

Antonia admite que pode ser candidata algum dia:

“Não tenho vontade, mas acho que vai acabar sendo uma necessidade, no sentido de que só vou conseguir ajudar muita gente entrando pra política, mas isso não será de imediato, ainda preciso pensar muito bem a respeito.”

“Já disse que não me sinto apta pra assumir uma pasta técnica e urgente como a Secretaria de Cultura. Assim como me posicionei quando Regina assumiu. Acho que ela não precisava ter esse histórico em seu currículo, foi traída pela vaidade”, avaliou.

Quando perguntada se ganhou ou perdeu seguidores por defender o governo Bolsonaro, a apresentadora deixou claro que não se importa:

“Não vivo em função de seguidores e caguei pra opinião dos artistas. Muitos são pedantes, muitos são inseguros, muitos são vendidos, muitos se alimentam do vício de viver em panelinhas, e os poucos que se salvam são meus brothers”.

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