Ministro confunde cargo com militância

José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça / Foto: Veja
José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça / Foto: Veja

Um ministro da Justiça não pode telefonar pra dar solidariedade a um governador investigado ou citado em trabalho da Polícia Federal.

Um militante do PT tem todo direito e deve fazer isto.

Este é o dilema do atual ministro da Justiça que está se equivocando em postura.

Ministro da Justiça não tem partido e tem que ter equidistância de investigados ou citados.

Caberia ao presidente do partido, ou até ao ministro de relações institucionais um contato com um governador.

Mas a situação de Dilma faz com que todos façam o que podem e o que nem poderiam pra garantir o mandato dela.

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