Mídia e esquerda esperavam bomba, enquanto Bolsonaro deu exemplo de amor ao povo

Foto: PR

O vídeo da tal reunião ministerial, tão aguardado pela mídia, ansiosa por “desmascarar” Bolsonaro acabou virando a maior arma de Moro a favor do seu ex-aliado. Aliás, nem um grande amigo do presidente teria feito tão bem sua campanha como Moro fez.

Na fala que o ex-ministro garantiu que seria efusiva, não foi. Bolsonaro dá a entender, pelo contexto, após falar que seu irmão sofreu perseguição, que não conseguiu trocar sua segurança. Ou seja, não fica clara qualquer tentativa de beneficiar seus filhos  e sim uma preocupação com possíveis armações.

No entanto, as falas mais contundentes de Jair foram a favor de seu povo. Ele manda os ministros irem às ruas “sentir cheiro de povo”, cita que muita gente em Brasília não sabe o que é arroz e feijão, diz que não tem apego pela cadeira, que não vai intervir em eleições municipais, que quer a verdade acima de tudo, explica a questão do nome fictício no exame e, de quebra, fala que o dia que encontrarem algo ilícito, como contas fora do país, é impeachment. Entre outras declarações, Bolsonaro deu exemplo de estadismo.

Restou, após a decepção, criticar as falas de ministros e os palavrões da reunião, que alguns veículos contaram nos dedos. É muito pouco para o que esperavam. Muito pouco para o tal jornalismo que praticam.

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