Invasão sulamericana

Foto: futnet.com.br
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Janela de transferências aberta e vários clubes perdendo seus principais jogadores (não é mesmo, torcedor corinthiano?), e outros clubes que perdem jogadores que passam despercebidos, já que a torcida nem sente falta. Mas toda perda tem sua reposição. A altura ou não, os clubes estão no campo das contratações e olham com muito mais carinho para o mercado sulamericano.

Seja em transferências diretas com clubes brasileiros ou mesmo oriundo de outros países, os “gringos” estão invadindo cada vez mais o futebol brasileiro. Podemos começar citando o zagueiro equatoriano Erazo, que saiu do Grêmio e acertou com o Atlético Mineiro. Ainda em Minas, o Cruzeiro contratou o “hermano” Sanchez Miño, volante vindo do Estudiantes La Plata. No Sul, o Colorado contratou o lateral direito Magalhães, que estava na Universidad de Chile. Já no São Paulo, as movimentações “gringas” vem sendo constantes. Mena, lateral esquerdo chileno, chegou do Cruzeiro. Diego Lugano, uruguaio, veio do Cerro Porteño e Edgardo Bauza, argentino, será o comandante do tricolor paulista. Vale lembrar que num passado recente, Juan Carlos Osório. colombiano, também tinha passado por lá. Ainda de forma mais cautelosa, o São Paulo negocia com o volante Nestor Ortigoza, do San Lorenzo.

No Nordeste chegou o chileno Mark González, compassagem pela seleção chilena, para o Sport Recife, vindo da Universidad Católica. O meia “hermano” Mancuello acertou com o Flamengo e é a grande aposta para o setor de criação. Na mesma terra, o Botafogo abriu negociações para trazer o argentino Hernán Barcos. Nem só de perdas vive o Corinthians, que negocia com o equatoriano Miller Bolaños, do Emelec, para o ataque, juntamente com o argentino Bou, artilheiro do Racing Club e também o volante Blanco, do San Lorenzo.

Como o torcedor pôde perceber, são muitas negociações, especulações e contratações dos “gringos”, fora os que estavam no Brasil e voltaram para seus países de origem ou os que ainda permanecem por aqui. Fato é que o mercado sulamericano vem agradando os clubes brasileiros, com bons jogadores a custo menor. Há tempos era cobrado uma visão mais abrangente do clubes, e agora, o Brasil vai ter muito mais “portunhol” dentro dos campos.

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