Flamengo e Pinheiros fazem a Final da Liga das Américas de Basquete

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(Foto: Marco Aurélio / Fla Imagem)

Chegou o grande dia, hoje no Ginásio do Maracanãzinho, às 21h15m (horário de Brasília), e revelar quem será o Rei das Américas. De um Lado o Flamengo que tenta a conquista inédita e invicta da Liga, já o Pinheiros é o atual campeão e vai em busca do Bicampeonato.

– É um jogo que encaixa mesmo, temos este encaixe bom contra o time do Flamengo, mas vejo que será mais um jogo bem interessante amanhã (hoje) entre as equipes, em um ginásio grande, que não é o mesmo caldeirão do Tijuca – afirmou o ex-rubro-negro Babby.

Cestinha da semifinal contra o Aguada ao anotar 26 pontos, o ala Marcelinho esteve em quadra em algumas dessas derrotas. Sem querer valorizar as estatísticas, o jogador deixa claro que tudo tem uma hora para acabar.

– É aquele velho ditado. Cada jogo tem sua história. Não dá para ficar levando o retrospecto para dentro de uma final como essa. Jogamos em casa, pode ser uma vantagem, mas temos que estar preocupados em jogar bem e vencer o jogo e não nesses números. O Pinheiros chega à final com condições de vencer. Nos dois últimos jogos que nos venceram foram situações atípicas e únicas. Nosso primeiro jogo lá (em São Paulo), que perdemos para eles, foi o jogo seguinte da lesão do Benite. Eu não joguei, o Marquinhos não jogou. Isso não tira o mérito deles, mas espero que nós façamos um jogo melhor e possamos vencer desta vez. Chegamos em uma final, estou feliz, estamos a um passo de fazer história, mas para o Flamengo não é suficiente, queremos ser campeões. Tudo tem hora para acabar, espero que seja agora – disse Marcelinho.

Alheios aos números, os atuais campeões da competição sabem que terão uma tarefa árdua para saírem do Rio de Janeiro com o bicampeonato. Porém, bater o poderoso Flamengo, na casa do adversário, não seria uma surpresa. Há pouco menos de dois meses, com atuação exponencial de Joe Smith, responsável por 18 pontos, os visitantes derrubaram o líder do NBB por 80 a 71, interrompendo uma sequência de 11 vitórias consecutivas do rival. Se a história se repetir neste sábado, será a coroação da geração de Shamell e Cia.

– Não tem segredo. O negócio é saber encaixar o jogo, estar motivado. Com toda esta experiência, referencial que eu tenho, estes números não somam, não dividem, não multiplicam nada. Temos que nos preparar para isso. Mas temos feito partidas muito boas contra o Flamengo, temos vencido, mas temos nos preparar para a melhor maneira possível – avaliou o técnico Cláudio Mortari.

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