Estamos juntos nessa, mulheres!

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O BDI, através da VIVA + SAÚDE, não poderia deixar de registrar o apoio à campanha Outubro Rosa e sua importância ao combate contra o câncer de mama. A coluna sempre teve o objetivo de alertar os leitores quanto à prevenção e conhecimento de sinais e sintomas de doenças. Não poderia ser diferente agora.

CÂNCER DE MAMA 

A multiplicação de células anormais pode causar câncer de mama. É importante frisar que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem tratamento para a doença. Existem vários tipos de câncer de mama, uns podem se desenvolver lentamente, sem que se perceba, mas outros se desenvolvem rápida e agressivamente.  

 OUTUBRO ROSA 

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 A ideia surgiu nos Estados Unidos, em 1990 com uma corrida de rua em Nova York para conscientizar as pessoas que participavam sobre a importância do toque para diagnosticar possíveis nódulos mamários. As campanhas sempre ocorriam no mês de outubro com exames manuais ou mamografias. O Congresso Americano apoiou a causa e foi decretada no país que outubro seria dedicado à conscientização do câncer de mama.  

LAÇO ROSA  

A Fundação Susan G. Komen for the Cure, em 1990, distribuiu para os corredores de rua, na Corrida pela Cura, laços cor- de- rosa como sendo o símbolo da campanha. Logo, ficaram mundialmente conhecidos e muitos países aderiram a ideia.  

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ATENÇÃO, MULHERES! 

Não adianta campanha alguma, prédios cor-de-rosa, corridas etc, se ao menos você ainda não tocou o seio. Se tiveres medo ou não gosta de apalpar o seio, peça para o marido, seu namorado, o ginecologista ou mesmo para um profissional da saúde. 

Mulheres com casos na família os exames de mamografia começam mais cedo e toda a atenção vale um diagnóstico precoce para o início de um tratamento com mais chances de cura.  

Saiba mais nos sites www.inca.gov.br

www.outubrosa.org.br

 

FRAGMENTOS DA VIDA 

 fragmentos da vida

Minha família, por várias gerações, sofreu com essa doença, que arrasa nosso peito. Achava que poderia acontecer comigo só quando eu tivesse idosa, mas me enganei. Com apenas 21 anos a maldição da minha família me traiu e me arrastou bem cedo para o sofrimento e dor. Em uma relação íntima com meu namorado ele percebeu um caroço no meu seio esquerdo, na hora eu disse: 

– eu tenho glândulas, né? Fui ao meu ginecologista e fui diagnosticada com vários nódulos após uma biópsia. Meu mundo ficou cinza de repente. Fazer tratamento para quê, se todos da minha família não tiveram chance? 

Com muito amor e conselhos da minha família, percebi que a diferença dos meus antepassados e de agora é que muita coisa mudou e os novos tratamentos são mais eficazes que antigamente. Com pouco conhecimento e ignorância cheguei a perder um seio. Aquela risca na minha mama, que por muitas vezes me anulava como mulher, apagou da minha mente. Conheci Instituições, ONGs e muitas pessoas que vivem felizes, que passam e passaram por essa doença. Hoje eu tenho um implante de seio, estou feliz e viva. A morte não é uma escolha, mas pode ser uma alternativa para quem quer realmente viver. 

 Voltamos no mês que vem com “Viva + Saúde”, no BDI.

Escreva para a colunista: anamarcia@bastidoresdainformacao.com.br