“Domingo Show” causa revolução na Record

Geraldo Luís e Jean Paulo Campos, o Cirilo de Carrossel, no Domingo Show, da Record / Foto: Divulgação Record
Geraldo Luís e Jean Paulo Campos, o Cirilo de Carrossel, no Domingo Show, da Record / Foto: Divulgação Record

Com acertos e ajustes a serem feitos, os números do Domingo Show da TV Record estão significando uma revolução interna na Record e nas concorrentes.

Quem diria que a Globo, pela primeira vez na história, jogasse seu pacote de filmes inéditos num domingo e na tradicional Tela Quente?

Quem diria que a Globo, numa reação inédita, colocasse Regina Casé ao vivo pela primeira vez? E ainda escalar às pressas Felipão e Zeca Pagodinho pra brigar com a TV Record?

O SBT meio que jogou a toalha com Portiolli.

E por último, chega a ser risível a tentativa da Globo e do SBT de tentarem classificar o programa de “sensacionalista”. O que a TV Record faz no Domingo Show em nada difere do que Faustão, Gugu, Luciano Huck, Ratinho ou Portiolli já tenham feito. Isto se chama programa de entretenimento para TV aberta.

A diferença, além de entrar como “zebra” no jogo de domingo, está na escolha e execução do conteúdo do programa a cada semana pensado e realizado por um grupo de jovens jornalistas que muito me lembram o começo do Flávio Cavalcanti na TV Tupi.

E o mais importante que já escrevi aqui é que é possível concorrer com a TV Globo, desde que se saiba criar o programa adequado para TV aberta e tenha estratégia do ramo.

Mande seu e-mail para James Akel : jamesakel@bastidoresdainformacao.com.br

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