Crítica do filme Jessabelle – O Passado nunca morre e a bilheteria espetacular de Jurassic Word

Jessabelle chega hoje aos cinemas, mas nós já vimos, confira o que achamos No final de 2014, quando um dos trailers de Jessabelle foi lançado, não dei “play”, de primeira, por achar que seria uma tentativa de embarcar no sucesso de “Annabelle”, afinal, os nomes fofinhos rimam entre si, ri da brincadeira e resolvi assistir, e, apesar de achar o trailer clichê, fiquei na expectativa pela chegada do filme aos cinemas.

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A trama narra a história de Jessabelle, uma jovem que está se preparando para viver ao lado do homem que ama, mas um acidente acaba por colocar um fim no relacionamento, culminando na morte do rapaz e na perda de movimentos das pernas da garota. Sem ter para onde ir, ela acaba indo morar com o pai que a abandonou anos atrás, numa casa velha e sem o mínimo de conforto. Jess, passa a dormir no quarto de sua mãe e lá descobre algumas fitas-cassete com vídeos de sua mãe durante sua gestação. É aí que a trama começa a se desenrolar. Primeiro, ficamos vidrados na fita, nas doces palavras da mãe, que lê cartas de tarô e na emoção da jovem ao ver as fitas. A atriz Sarah Snook, que protagoniza o filme, se entregou a essas cenas, e é impossível não se empolgar com o largo sorriso da moça diante das lembranças da mãe. O longa continuou me surpreendendo e mostrou que nem só exorcismos vive o cinema. Diferente de outros filmes com a mesma temática, temos uma cultura e religião pouco vista em grandes produções, o Vodu. A última vez que vi foi em “A Princesa e o Sapo”. Muitos leigos acreditam que a crença se limita apenas a um boneco sendo espetado por alfinetes, contudo os rituais vão além disso, e é mostrado no filme, claro, que com um pouco de ficção para dar o tom assustador que a trama pede. O Longa, me surpreendeu, justamente por conta da abordagem de um tema pouco explorado, não ter sustos desnecessários, apelar para uma boa história e por ter um enredo tão bem fechado, que é uma delicia de acompanhar e ir desvendando, aos poucos, os mistérios da história de Jessabelle. Claro, tem seus pecados, e um deles é não ter uma trilha sonora marcante, que é composta por Anton Sanko, que já fez composições para os filmes “Possessão”, e “Ouija”. Com mais acertos que erros, o longa te prende e faz valer á pena.

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E o filme leva nota 3

E o filme leva nota 3

 

 

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Jurassic World, se tornou a maior abertura do cinema de todos os tempos, foram impressionantes US$ 208,8 milhões em apenas 4 dias, ultrapassando Os Vingadores ( 2012 ), o filme também já a segunda maior arrecadação em bilheterias da franquia Jurassic Park, não superando ainda o primeiro filme, com $1,029,153,882, porém, como o longa já acumula cerca de $574,105,469 arrecadados mundialmente, deverá bater em breve a casa do Bilhão, e se juntar a outros sucessos de bilheteria.

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“Cinemix”, toda quinta-feira, às 20h, no BDI.

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