Corrupção não está na genética

tres poderes 3

Nós gostamos de dizer que o “jeitinho brasileiro” é uma característica nossa. Mas, essa expressão, nada mais é que uma corrupção rotineira! A mesma corrupção dos políticos de grandes roubos, desvios de verbas e compras de votos pode-se igualar a furar uma fila, tentar adiantar um processo jurídico com a ajuda de um amigo, pagar para ter privilégios, favores de indicações e por aí vai o tal “jeitinho brasileiro”.  Temos que colocar em mente que se fizermos desvios de conduta, que seja o menos possível para adiantar o nosso lado, de alguma forma, sempre estaremos prejudicando alguém leve ou gravemente. E, geralmente, as pessoas que costumam ser mais prejudicadas, são as de poucas condições aquisitivas. 

 

QUANDO SURGIU ESSE TERMO NO BRASIL? 

CORRUPÇÃO

De acordo com a história, em 1946, o termo surgiu com o médico de origem húngara Peter Kellen quando, em visita ao Brasil, resolveu se instalar no país e precisou regularizar sua situação. A manobra ou troca de favor ajudou Kellen a ser registrado como agrônomo e não como médico, portanto, facilitou que o médico vivesse legalmente no Brasil.  

Mas, a palavra seria oficial e historicamente conhecida em 1982, quando caiu no gosto popular dos brasileiros como sinônimo de corrupção. 

 

JEITINHO BRASILEIRO = CORRUPÇÃO  

  • Compra de votos; 
  • Furar fila; 
  • Manobras em licitações; 
  • Desvios de obras sociais; 
  • Cargos com indicações; 
  • A água pelo voto (no nordeste); 
  • A compra de votos para reeleição. 

 

Três Poderes, toda quinta-feira, às 13h, no BDI.

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