Corinthians não consegue empréstimo de urnas eletrônicas para eleição em novembro

Foto: José Cruz/Agência Brasil

A próxima eleição presidencial do Corinthians será escolhido em votação por cédulas de papel e não mais em urna eletrônica. A decisão foi comunicada nesta terça-feira pela comissão eleitoral do clube.

A eleição acontecerá em 28 de novembro e definirá, além do substituto de Andrés Sanchez e os seus dois vice-presidentes, 200 conselheiros com mandato de três anos.

A mudança tem motivação financeira, mas também é influenciada pela pandemia de Covid-19.

O Corinthians pediu o empréstimo de urnas eletrônicas ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, mas não foi atendido, já que no dia seguinte ao pleito no clube pode haver o segundo turno das eleições municipais.

A comissão eleitoral do Timão argumentou que alugar urnas eletrônicas exigiria um processo licitatório, que demandaria tempo e gasto de dinheiro. O órgão também ponderou que o Corinthians atravessa um momento de dificuldades financeiras. Além disso, a higienização das urnas a cada voto, para evitar a propagação da Covid-19, poderia causar ainda mais aglomeração.

Até o momento, Augusto Mello e Mario Gobbi já lançaram candidatura à presidência do Corinthians. Paulo Garcia avisou ainda em 2019 que disputaria a eleição, mas ainda não oficializou. O grupo Renovação e Transparência, que desde 2007 está no comando do clube, também deve lançar candidato próprio – o atual diretor de futebol, Duílio Monteiro Alves, é o favorito.

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