Aranha é apresentado como novo goleiro do Palmeiras

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(Foto: Reprodução)

O jogador assinou contrato de uma temporada, recebeu a camisa 25 palmeirense e logo comentou o desafio de chegar a um clube que apresenta outros quatro goleiros em seu elenco.

“Não é uma situação das mais felizes deixar de ser titular, porque vc faz todo o trabalho, chega à titularidade e depois tem que ficar assistindo. Mas é preciso respeitar a decisão do treinador e respeitar os companheiros. de posição e trabalhar. Joguei em times menores e nunca pensei que so iria para times grandes para ser titular”, disse.

O goleiro ainda teve de responder sobre os motivos de sua saída do Santos, que, a princípio, parecia que seria conturbada com a ação na Justiça. O arqueiro, no entanto, se desvinculou de forma amigável da equipe da Baixada Santista. 

“Primeira coisa: eu não sai do Santos porque o salário estava atrasado. Esse foi um dos motivos. Eu sai de lá tranquilo. Ainda mesmo com a ação eu fui ao clube, conversei com o diretor, fui à Vila Belmiro, me despedi dos funcionários. Não tem briga. Mas a gente tem que ser profissional não só no nome. Quando achei que já estava na hora de se encerrar o ciclo, encerrei. Tive que pensar na minha família. Posso pegar as minhas medalhas, e quando chega a conta de luz e de gás, eu as ponho no pescoço, e depois?”, indagou.

Aranha começou na Ponte Preta, de Campinas. De lá, transferiu-se para o Atlético-MG, por onde pouco atuou. Pelo Santos, Aranha começou como reserva. Com a venda de Rafael Cabral para o Napoli, o goleiro se firmou como titular e completou a marca de 125 jogos pela equipe alvinegra.

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