Após repercussão, esposa de Doria pede desculpa por fala sobre moradores de rua

Foto: Divulgação

O encontro entre Bia Doria e o Padre Lancellotti para dar início a um programa amplo de oferta de cursos profissionais e trabalho à população de rua estava agendada para sábado. Esse projeto pretende abrir mil vagas aos 24 mil moradores de rua da cidade de São Paulo em agosto., porém, a agenda foi adiada para o próximo mês.

Com isso, o governo do Estado terá mais tempo na organização do processo que será, pela primeira vez, conduzido por meio do Fundo Social, presidido pela primeira-dama.

“Estou muito entusiasmada com o desenho da proposta”, disse Bia.

A presidente do Fundo Social reconhece que tem dificuldades em se comunicar. E que isso acaba gerando celeumas e ataques de terceiros. A última polêmica se deu por causa da conversa com Val Marchiori.

Bia declarou à socialite que não se deve dar marmitas para moradores de rua “porque as pessoas gostam de ficar na rua” e que “elas têm que se conscientizar e sair dessa situação”.

Bia pede desculpas.

“Má comunicação”.

Segundo ela, o que quis dizer “é que não adianta somente alimentar quem está na rua, moradores precisam aceitar ajuda para melhorar de vida e buscar trabalho.

Não é de hoje que a fala de Bia Doria gera polêmicas. Quem trabalha com ela no Fundo Social reconhece seus esforços, mas sabe que ao tentar explicar algo, a artista plástica se atrapalha.

“O que eu defendo hoje vai além do prato de comida. Nós temos que fazer essas pessoas voltarem para as suas famílias ou ajudar na obtenção de um trabalho. Elas estão muito expostas e têm que ser acolhidas de outra maneira”.

Bia conta que trabalha todos os dias, inclusive sábado e domingo.

“ Vou cedo para meu atelier, trabalho uma hora, pois tenho que manter o meu trabalho porque aqui minha função é passageira, né?”.

Ela e suas 73 assistentes no Fundo Social usam máscara e fazem testes uma vez por semana.

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