Ainda há espaço para Gugu no SBT?

O apresentador Augusto Liberato, que ficou fora do ar após estranho pedido de demissão, ainda mal explicado, da TV Record, acabou retornando à emissora em 2015 e, desde então, tem vivido altos e baixos na audiência, coisa que ele é viciado, passando do limite em uma pauta várias vezes na sua carreira, inclusive.

Antes da “aventura” na TV dos bispos, Gugu foi funcionário de Silvio Santos por 36 anos, também cheio de relevos, principalmente nos últimos dez anos, em especial, o histórico caso da matéria forjada com o PCC que rendeu ao apresentador punições e queda de popularidade em 2002. Hoje, no entanto, a situação parece mudar. A relação entre patrão e funcionário atritada desde a saída de Gugu do SBT ficou branda. Rumores davam conta que o loiro queria o retorno ao Anhanguera. Silvio também. O que teria barrado a negociação seria a filha de Silvio, Daniela Beyruti. Será?

O salão de beleza do Jassa, famoso por ter um vasto leque de famosos como clientes, principalmente o dono do SBT, é o ponto de encontro de Silvio com Gugu. O próprio cabeleireiro declarou que a relação de ambos tem sido cordial e que Silvio chegou a ler o acordo de Gugu com a Record e disse que faria o mesmo, que tratava-se do “melhor contrato de televisão já visto”.

O problema de Augusto é claro, ele não tem mais pra onde ir, caso saia de onde está. A Globo não o aceita, a Band não ofereceria a estrutura desejada para seu programa, a Rede TV! muito menos. Em um novo fracasso na Record, só lhe resta voltar para a TV do Anhanguera, mas ainda existe espaço para Gugu no SBT? Talvez. Silvio não tiraria do ar Eliana e, muito menos, a si próprio, e nem deixaria de vender seus perfumes no “Roda a roda Jequiti”, porém, caso seja interessante para o loiro, as manhãs de domingo são apropriadas para um recomeço, tendo em vista que existe um buraco nesse horário no SBT. Portiolli não tem dado conta por inteiro. O carisma e presença de palco de Gugu, aliados a uma boa estrutura que a emissora poderia lhe oferecer, certamente, lhe renderiam, no mínimo uma vice-liderança. É questão de saber conversar, esquecer os erros do passado, o orgulho, e trabalhar.

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