A semelhança entre o comando da Record e o prefeito de São Paulo

Foto: Divulgação
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Vamos deixar claro primeiro que segurança é importante dentro da emissora de tv e tudo que se refere a ela é fundamental.

Em 1960 se fumava dentro do estúdio e isto é impensável em dias atuais.

Mas o que eu quero escrever agora é sobre a rígida norma determinada pela TV Record sobre o uso de crachá por funcionários incluindo aí os artistas e jornalistas.

Aliás são todos funcionários e a emissora tem todo direito de assim exigir.

Mas curiosamente isto apareceu depois da saída de um apresentador da emissora em fato que muitos consideraram drible na segurança mas não ocorreu de fato.

Quando tal norma não era exigida da maneira que é hoje, tudo funcionava bem e a medida não precisaria ser tomada de imediato.

Faz pensar muito em comparação com o prefeito Haddad.

O prefeito entrou na prefeitura dizendo que faria isto e aquilo e nada fez de verdade que prestasse pra cidade.

Então depois de fazer muita bobagem decidiu eleger as ciclovias sendo sua grande meta.

Muitos acreditam, e tem razão pra isto, que o desenvolvimento das ciclovias nada mais é que o desejo de pintar de vermelho, cor de seu partido, as vias da cidade.

E a TV Record há algum tempo veio com a decisão de ser líder, coisa que não conseguiu.

Então parece que elegeu a segurança perfeita sendo sua meta ao invés do ibope.

Repito que não sou contra nenhuma norma de segurança que a TV Record está exigindo dos funcionários.

Apenas a maneira que é feita demonstra que já que não atinge o ibope desejado, ao menos que tenha segurança líder.

Lembro aqui que até o chefão da TV Globo, o Boni, costumava usar crachá dentro da emissora pra dar exemplo.

Mas a maneira que está sendo feito pela TV Record atualmente vai contra os princípios psicológicos do ser.

O uso do crachá, antes de ser uma obrigação, deve ser um privilégio do funcionário por estar numa empresa que ele admira e não numa empresa onde é obrigado.

E o costume disto antes na mesma emissora não era desta maneira.

Então todo costume deve ser mudado de acordo com a psicologia mostrada aos funcionários e não pela razão da punição com advertência ou coisa que o seja.

E deixem de lado esta bobagem de pensar que perderam um apresentador porque a segurança não impediu que seu empresário passeasse pela emissora e visse segredos dela porque isto jamais existiu de verdade.

Não existia nenhum segredo guardado na TV Record que fosse importante de ser levado pra TV Band que está longe de ser concorrente.

Mande seu e-mail para James Akel : jamesakel@bastidoresdainformacao.com.br

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