A prostituição e o escândalo da Petrobras

(Foto: Divulgação)
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No tempo do “Mensalão” surgiu a figura de uma senhora, corretora de garotas de programa, popularmente chamada de cafetina, mas empresarialmente se dizendo organizadora de eventos.

A mídia chegou a divulgar seu nome e até uma entrevista.

Não lembro agora seu nome, que era qualquer coisa parecida com Mary.

Agora no escândalo do “Petrolão”, outra senhora organizadora de eventos, aparece na lista de pagamentos de um doleiro, com o nome Jô.

Os valores que o doleiro pagou são os mais diversos, incluindo um pagamento de 6 mil e outro de 20 mil.

Tem um caso de um pagamento de 90 mil reais para uma festinha na cobertura de um hotel de luxo em São Paulo, onde apareceram algumas garotas de programa, algumas delas conhecidas da mídia.

Nos termos que a atual novela Verdades Secretas revela seriam Ficha Rosa.

Parece que nesse Brasil e em outras paragens do mundo também, um bom escândalo tem que ter a pimenta da participação de garotas de programa.

Mande seu e-mail para James Akel : jamesakel@bastidoresdainformacao.com.br

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