A difícil definição do que é fraude para o TSE

Foto: G1
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Se o leitor for até seu banco descontar um cheque e o caixa olhar o cheque e disser ao leitor que não pode descontar o cheque porque aquele mesmo cheque já foi descontado por outra pessoa, então estamos diante de uma fraude bancária.

Se o leitor for até a urna de votação mas for barrado pelo mesário que diz que o leitor não pode votar porque alguém antes já votou por ele, também seria fraude em qualquer lugar do mundo menos no Brasil, onde os nomes ministros do STF e do TSE não reconhecem tal fraude.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral já disse que questionar a urna é um atentado à democracia.

O presidente do Supremo Tribunal Federal já disse que questionar a urna é litigância de má fé.

Ou seja, aquilo que é fraude em qualquer lugar do mundo e até no dicionário, é considerado dogma na Justiça Eleitoral e no STF.

Apenas para constar sendo fato, o atual presidente do TSE era advogado do PT até outro dia.
E o atual presidente do STF é amigo de longa data da família de Lula, aliás amigo até de antes de Lula ser político, do tempo em que conheceu a viúva Marisa que tinha acabado de ficar viúva porque tinham assassinado seu marido.

A amizade é deste esta época.

Então o Senado da República, que institucionalmente é o único poder que pode punir os ministros do STF e do TSE, deve atuar de verdade e definir sua posição de verdade.

Ou temos um Senado que coloque ordem e definição de fraude no que é fraude ou temos a ditadura instituída.

Aliás um pensamento sempre ocorre nestas épocas.

Os Estados Unidos são o país de maior avanço tecnológico do mundo e até agora se recusam a usar a tal urna eletrônica e até questionam sua validade.

Então resta ao Senado trabalhar pra bem do povo de verdade.

Precisa ver se eles querem fazer isto e desvendar a urna.

Mande seu e-mail para James Akel : jamesakel@bastidoresdainformacao.com.br

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